Na Floresta

Pesquisador quer levar liofilização para comunidades indígenas

Projeto de Liofilização na Floresta está concorrendo em um edital público. Ele aguarda resultado que deve sair ainda este ano

Por Itaan Arruda ·
Projeto de Liofilização na Floresta está concorrendo em um edital público e pode ajudar a dar escala de produção, agregando valor. (Foto: Whisley Ramalho)

Daniel Filho, o pesquisador acreano que fez liofilização de alimentos amazônicos, quer levar a experiência para ser realizada em pequenas unidades industriais instaladas em aldeias e comunidades extrativistas. A ideia é fazer o cupuaçu, o mingau de banana comprida, o açaí, o tacacá em pó no meio da floresta.

De acordo com Daniel Filho, o recurso para instalação de cada unidade industrial é de aproximadamente R$ 50 mil para conseguir o maquinário. Não estão contabilizados os custos de transporte e de qualificação da mão de obra. Extraoficialmente, ele acredita que cada unidade pode ter custo total em torno de R$ 100 mil

O ganho no valor é que o produto sairia liofilizado, respeitando todos os procedimentos sanitários a partir da própria comunidade. O açaí em pó teria o fruto extraído e seria beneficiado pela própria comunidade.

Esse projeto está concorrendo em um edital público. Ele aguarda resultado que deve sair ainda este ano.

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