Daniel Filho é um pesquisador acreano que tem uma história de superação. Do adolescente que vendia canetas estilizadas na Estação Experimental para aumentar a renda ao homem que apresenta com orgulho a tese de doutorado na Austrália em biotecnologia há um roteiro escrito com persistência e determinação. O desenvolvimento de produtos como tacacá, mingau de banana, açaí, cupuaçu empacotados em pó exigiu talento e inventividade. A liofilização diferenciada, obedecendo a um método próprio, preserva 95% do valor nutricional dos alimentos. Até agora, teve apoio da ApexBrasil e do Sebrae. Morando no Japão, Daniel Filho está há dois anos no Brasil em busca de investidores para dar escala de produção ao invento. Fazer com que empresas brasileiras acreditem na força que tem a bioeconomia não tem sido fácil.
Tacacá em pó: a bioeconomia busca um investidor
Por Itaan Arruda
·