O Acre entrou no radar da soja sustentável

Itaan Arruda

Rio Branco sediou um qualificado debate sobre produção da “soja sustentável”. Representantes de ONG’s, empresas de consultoria, fundações ligadas ao Meio Ambiente e pesquisadores garantem que aderir aos protocolos da sustentabilidade ambiental pode abrir mercados dispostos a pagar muito mais pela tonelada. O difícil é convencer dois grupos: os produtores e os ambientalistas. Para estes, a ideia da sustentabilidade ligada ao agronegócio é apenas uma retórica, apenas um “grennwashing” (uma “lavagem verde” de dinheiro que, na verdade, esconde a destruição da floresta). Os produtores serão convencidos pelo bolso. Ponto. Quem tenta mostrar a viabilidade da “soja sustentável” são duas pessoas: o representante da Fundpag, Fernando Naufall, e o pesquisador e economista Lucas Lima.

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