Leiloeira defende espaço para “debate e comercialização pecuária”

Empresários da Galileu Leilões defendem retomada da forma tradicional com uso de redes sociais (sistema híbrido) em um espaço exclusivo para comércio pecuário

Itaan Arruda
Marcelo Lemos, da Galileu Leilões, defende sistema híbrido de leilões. Ele valoriza a retomada da forma tradicional de venda. "É um momento muito especial". (Foto: Whisley Ramalho)

Durante o programa agro24cast deste domingo, os empresários da Galileu Leilões, Marcelo Lemos e Marcelos Cordeiro, defenderam a retomada do sistema tradicional de oferta de animais, sem excluir as redes sociais, opção usada como adaptação durante o período da pandemia de convid-19.

A ideia é que seja construído um espaço para que seja discutida a pecuária. Uma espécie de “centro de convenções” com espaço estruturado para debates e também para a atuação das empresas de leilões. “É possível que isso seja feito em um sistema de parceria público-privada”, sugere Lemos. “O produtor acreano gosta do ritual dos leilões. Ele gosta de estar ali, de ver o animal sendo apresentado. Em um leilão tradicional, vão duzentas, trezentas pessoas. Quem vai para comprar mesmo são poucas. O resto está ali pela festa. É um momento muito especial. Precisamos pensar com carinho essa retomada”.

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