O futuro econômico do Acre foi o principal tema levantado pelo setor produtivo durante a entrega da carta de propostas aos pré-candidatos ao Governo do Estado. Para o presidente do Fórum Empresarial de Inovação e Desenvolvimento do Acre e da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado do Acre (Faeac), Assuero Veronez, o momento é de apresentar aos postulantes ao Palácio Rio Branco as prioridades do empresariado para impulsionar o desenvolvimento econômico e reduzir o atraso do estado em relação ao restante do país.
Segundo Veronez, a necessidade de encontrar alternativas para tornar o Acre economicamente mais forte é uma discussão constante entre as entidades que representam os setores produtivos. Ele afirmou que o estado precisa definir um caminho que permita maior inserção na economia nacional e amplie sua participação no mercado exportador.
“O setor empresarial tem tantas demandas e, se existe uma discussão que permeia todas as reuniões e todos os eventos, é pensar no futuro do Acre. Como o Acre vai se viabilizar economicamente, como vamos crescer, como vamos nos inserir mais forte na economia nacional e na economia exportadora. Então, é o momento de levarmos aos candidatos, ao futuro governador, aquilo que pensa o setor empresarial sobre nossa economia”, afirmou.
O presidente da Faeac destacou que o desenvolvimento econômico passa pela criação de um ambiente favorável aos investimentos, capaz de estimular a geração de empregos e renda. Para ele, o Acre ainda apresenta desempenho abaixo do potencial e precisa avançar de forma consistente.
“Precisamos crescer economicamente, gerar emprego, gerar riquezas. O Acre está muito para trás e precisa dar um salto qualitativo e quantitativo. Precisamos buscar soluções para a nossa economia”, reforçou.
As propostas entregues pelo Fórum Empresarial reúnem reivindicações de diversos segmentos da produção, do comércio, da indústria e dos serviços. O documento busca contribuir com a elaboração dos planos de governo dos pré-candidatos e orientar políticas públicas voltadas à melhoria da infraestrutura, segurança jurídica, logística, ambiente de negócios e incentivo à produção, consideradas essenciais para ampliar a competitividade da economia acreana.