O loteamento irregular de terras no Projeto de Assentamento Agroextrativista (PAE) Porto Dias, em Acrelândia, foi alvo de uma operação coordenada pela Polícia Federal para combater invasões, desmatamentos ilegais, abertura de ramais clandestinos e a ocupação irregular da área. O assentamento está sobreposto a uma Floresta Pública Federal e possui destinação prevista para manejo florestal sustentável autorizado pelos órgãos competentes.
As equipes atuam em diferentes frentes na região para verificar a situação atual da área, identificar e georreferenciar locais recentemente desmatados, além de localizar acampamentos, barracões, maquinários e demais estruturas utilizadas nas atividades ilegais. A ação também busca reunir elementos que permitam identificar autores, financiadores e beneficiários das ocupações irregulares, subsidiando a adoção das medidas policiais, administrativas e judiciais cabíveis.
A operação conta com a participação do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), do Instituto de Meio Ambiente do Acre (Imac), do Batalhão de Policiamento Ambiental (BPA), do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope), do Grupo Especial de Fronteira (Gefron), do 4º Batalhão da Polícia Militar, do Exército Brasileiro e do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Acre.
Esta é a quinta operação conduzida pela Polícia Federal no PAE Porto Dias, área que há anos é alvo de ações do poder público em razão da recorrência de crimes ambientais e irregularidades fundiárias.
Informações recentes obtidas por meio de monitoramento por imagens de satélite, análises geoespaciais, levantamentos de campo e denúncias apontam para a continuidade das ocupações irregulares, com a abertura de novos acessos e a ampliação das áreas desmatadas.
Paralelamente às atividades policiais, os órgãos parceiros atuam dentro de suas competências institucionais, realizando a fiscalização ambiental e fundiária e adotando as medidas administrativas necessárias diante das irregularidades constatadas.O loteamento irregular de terras no Projeto de Assentamento Agroextrativista (PAE) Porto Dias, em Acrelândia, é alvo de uma operação coordenada pela Polícia Federal para combater invasões, desmatamentos ilegais, abertura de ramais clandestinos e a ocupação irregular da área. O assentamento está sobreposto a uma Floresta Pública Federal e possui destinação prevista para manejo florestal sustentável autorizado pelos órgãos competentes.
As equipes atuam em diferentes frentes na região para verificar a situação atual da área, identificar e georreferenciar locais recentemente desmatados, além de localizar acampamentos, barracões, maquinários e demais estruturas utilizadas nas atividades ilegais. A ação também busca reunir elementos que permitam identificar autores, financiadores e beneficiários das ocupações irregulares, subsidiando a adoção das medidas policiais, administrativas e judiciais cabíveis.
A operação conta com a participação do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), do Instituto de Meio Ambiente do Acre (Imac), do Batalhão de Policiamento Ambiental (BPA), do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope), do Grupo Especial de Fronteira (Gefron), do 4º Batalhão da Polícia Militar, do Exército Brasileiro e do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Acre.
Esta é a quinta operação conduzida pela Polícia Federal no PAE Porto Dias, área que há anos é alvo de ações do poder público em razão da recorrência de crimes ambientais e irregularidades fundiárias.
Informações recentes obtidas por meio de monitoramento por imagens de satélite, análises geoespaciais, levantamentos de campo e denúncias apontam para a continuidade das ocupações irregulares, com a abertura de novos acessos e a ampliação das áreas desmatadas.
Paralelamente às atividades policiais, os órgãos parceiros atuam dentro de suas competências institucionais, realizando a fiscalização ambiental e fundiária e adotando as medidas administrativas necessárias diante das irregularidades constatadas.