Conab e BNDES retificam anexo do edital Amazônia Viva

Entidades que já enviaram propostas precisarão reenviar projetos com planilha atualizada; R$ 80 milhões serão destinados a iniciativas sustentáveis na Amazônia Legal.

Luiz Eduardo Souza
Iniciativa vai financiar projetos voltados à melhoria da infraestrutura, beneficiamento e acesso a mercados na Amazônia Legal. Foto: Reprodução.

A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) retificaram um dos documentos do edital Florestas e Comunidades: Amazônia Viva. A atualização corrige o “Anexo 4 – Planilha Orçamentária”, que apresentou erro na primeira versão. As demais regras do edital permanecem inalteradas.

Com a mudança, a Conab orienta que todas as organizações interessadas desconsiderem o arquivo anterior e façam o download obrigatório da versão retificada, já disponível na página oficial do projeto. As entidades que iniciaram o preenchimento, mas ainda não concluíram o envio, devem apenas editar o Anexo 4. Já aquelas que encaminharam a proposta precisam reenviar o projeto com a planilha atualizada.

A Companhia reforça que somente a versão corrigida da planilha será aceita na elaboração e submissão das propostas, medida que visa garantir integridade e transparência ao processo seletivo.

O projeto Amazônia Viva é resultado de parceria entre a Conab, o BNDES, o Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA) e o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA). Por meio do Fundo Amazônia, serão destinados R$ 80 milhões para fortalecer a produção sustentável de povos indígenas, comunidades tradicionais e agricultores familiares na Amazônia Legal.

A iniciativa pretende apoiar ao menos 32 propostas, com valores entre R$ 500 mil e R$ 2,5 milhões, nos estados do Acre, Amapá, Amazonas, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima, Tocantins e parte do Maranhão. O edital é voltado a redes, cooperativas, associações, organizações da sociedade civil e demais entidades com atuação comprovada na região, priorizando projetos com maior número de beneficiários, protagonismo feminino, participação de jovens e atuação em cadeias da sociobiodiversidade.

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