A Comissão Nacional de Mulheres do Agro da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) se reuniu na quinta-feira (5) para discutir o plano de ação para 2026 e lançou a “Jornada de Liderança Feminina no Agro”, iniciativa voltada ao fortalecimento da atuação das mulheres no setor.
Ao todo, serão disponibilizadas 300 vagas, com a indicação de 11 participantes por estado. A proposta é ampliar a formação e a participação feminina no sistema sindical rural.
A trilha de conhecimento foi estruturada pela área de Educação Corporativa da CNA e será realizada entre abril e outubro, com carga horária total de 145 horas, incluindo atividades virtuais e encontros on-line.
A formação será dividida em quatro módulos: institucional, comunicação, gestão e liderança, com foco no desenvolvimento de competências e na preparação de mulheres para ocupar posições estratégicas no agro brasileiro.
A presidente da Comissão Nacional de Mulheres do Agro da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil, Stephanie Ferreira, destacou que a iniciativa busca fortalecer a representatividade feminina no setor.
Segundo ela, a capacitação e a união entre as participantes são fundamentais para ampliar os espaços de atuação das mulheres. “Queremos fortalecer nossa representatividade e ampliar os espaços de atuação no setor para formar lideranças preparadas, capazes de contribuir com o desenvolvimento do sistema sindical e do agro”, afirmou.
Durante o encontro, também foram apresentados os eixos de atuação da comissão para 2026, que incluem apoio aos grupos estaduais, desenvolvimento de lideranças, fortalecimento do sistema sindical rural, articulação institucional e ampliação da representatividade.
Entre as ações previstas estão iniciativas temáticas nas áreas de educação, política, empreendedorismo e turismo rural.
A reunião ainda tratou da participação em eventos estaduais e da organização de um cronograma de agendas para ampliar a presença da comissão em atividades nos estados.
Outro ponto destacado foi a importância da coleta e consolidação de dados estaduais sobre a presença feminina no sistema sindical, incluindo o número de mulheres em comissões, presidências de sindicatos, diretorias de sindicatos e federações, além da quantidade de associadas às entidades.
