CNA divulga cartilha e esclarece dúvidas sobre Reforma Tributária

Conteúdos ajudam produtor rural a conhecer o tema e a se planejar

Redação
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Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil orienta produtor sobre impacto da reforma tributária no campo. (Foto: Reprodução)

A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) divulgou uma série de conteúdos e materiais sobre as principais mudanças da Reforma Tributária sobre o Consumo e os impactos para o produtor rural, incluindo cartilha, vídeo explicativo e um material feito com “perguntas e respostas”.

Os conteúdos apresentam as mudanças do novo sistema tributário e esclarecem dúvidas sobre o que muda na prática para o produtor, principalmente em relação à emissão de notas fiscais, quem estará integrado ao novo regime, como vai funcionar o tratamento diferenciado do agro, os descontos para o setor, entre outras questões.

A CNA explica que a transição da Reforma Tributária ocorrerá de forma gradual entre 2027 e 2032, período em que haverá a substituição progressiva dos tributos atuais pelo novo modelo de tributação sobre o consumo.

Fique atento – Nesse contexto, 2026 será um importante período de preparação e adaptação para produtores, empresas e contribuintes, especialmente em relação à organização fiscal, adequação de sistemas, revisão de operações e compreensão das novas regras que passarão a vigorar ao longo da transição.

Segundo a CNA, o novo sistema adota a tributação no destino; a não cumulatividade; o crédito amplo e a legislação nacional unificada para o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS).

Cartilha – Na cartilha, por exemplo, a entidade explica que a reforma foi construída ao longo de anos de debates técnicos e negociações políticas, avançando gradualmente até a consolidação do novo modelo, e as mudanças trazem avanços importantes, especialmente no tratamento de insumos, serviços e diferimento.

Apesar das alterações, a CNA ressalta que a Reforma Tributária não altera imediatamente a carga em 2026, não elimina as obrigações acessórias e não dispensa a organização fiscal. No entanto, altera profundamente a lógica de tributação no consumo. Nesse sentido, informação e planejamento são os melhores aliados para atravessar as mudanças da reforma.

(Texto da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil)

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