O chefe da Divisão de Transferência de Tecnologia da Secretaria de Estado de Agricultura, Ediu Carlos da Silva Júnior, afirmou que a produtividade da mandiocultura praticada no Acre é, na prática, o dobro da média nacional.
E esse desempenho é alcançado, destaca Ediu Júnior, mesmo sem o planejamento e as análises e correções de solo necessárias antes de se realizar o plantio. “Mesmo sem esse investimento inicial na parte produtiva, o Acre tem surpreendido na produtividade. A média é de vinte e sete a vinte e oito toneladas por hectare. Isso é um pouco mais que o dobro da média nacional, que está entre catorze e quinze toneladas por hectare”, contabiliza o engenheiro agrônomo.
O desafio a ser superado, de acordo com Ediu Júnior, é fazer com que o valor agregado reflita a importância social que a cadeia produtiva da macaxeira tem no Acre. No entendimento de Ediu Júnior, a organização da classe trabalhadora rural poderia ser um fator de pressão para que houvesse maior valor agregado ao produto.
