Músculo e fígado têm maiores altas e picanha teve queda de 6,14%

Programa de Educação Tutorial da Faculdade de Economia da Ufac divulgou o comportamento do preços das carnes em açougues e supermercados da Capital

Itaan ArrudaRedação
Picanha teve queda registrada de 6,14% na Capital. (Foto: ac24horas)

A equipe do Programa de Educação Tutorial da Faculdade de Economia da Universidade Federal do Acre finalizou o monitoramento de preços realizado entre 08 e 15 de abril em Rio Branco. Os dados revelam um cenário de contrastes. Enquanto o preço médio geral de alguns cortes caiu, a variação entre supermercados e açougues exige atenção redobrada do consumidor. 

No geral, os preços tiveram maior subida nos supermercados. O impacto maior foi para o Músculo, com uma alta expressiva de +22,77%, seguido pelo Fígado, que disparou +20,96%. O Acém também pesou mais no carrinho, subindo +4,94% nesses estabelecimentos.

Nos açougues: o cenário foi diferente. O Músculo subiu de forma mais moderada (+3,74%) comparado aos mercados, mas o Fígado registrou alta de +6,18%. 

Cortes como Agulha (+5,62%) e Contra Filé (+5,89%) tiveram aumentos mais sentidos aqui do que nos grandes centros de compras. 

Onde houve alívio?

Se você procura Picanha, os supermercados foram a melhor opção, com uma queda real de -6,14%. A Alcatra também apresentou uma redução significativa de -12,55% nos supermercados, enquanto subiu levemente nos açougues (+0,96%). 

Aumentos generalizados em cortes populares como o Acém (+6,22% na média) e o Fígado (+7,78% na média) impactam diretamente a segurança alimentar e o orçamento das famílias que já lidam com outros custos fixos. Este mês, a regra de ouro é: cortes nobres e Alcatra estão mais compensatórios em supermercados, enquanto alguns cortes com osso e a cartela de ovos podem ter melhores oportunidades em açougues, dependendo da regional.

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