Caso de moko da bananeira confirmado em Feijó acende alerta para todo Acre

Doença considerada uma das mais destrutivas da bananicultura compromete plantações inteiras e pode impedir novo cultivo na área afetada por até dois anos

Redação
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O Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal do Acre (Idaf) confirmou o caso de moko da bananeira registrado no Acre em 2026. A ocorrência foi identificada no município de Feijó, na comunidade Seringal Nova Sorte, localizada às margens do Rio Envira, aumentando a preocupação de produtores rurais e autoridades sanitárias com o avanço da doença no estado.

Durante entrevista coletiva realizada na sede do órgão, em Rio Branco, a coordenadora estadual do Programa de Sanidade da Bananicultura, Malena Lima, destacou que este é o primeiro registro da doença no município de Feijó e também o primeiro caso confirmado em território acreano neste ano. Em 2025, no entanto, o estado já havia registrado outras ocorrências da praga, incluindo um caso no município de Rodrigues Alves.

O moko da bananeira é causado por uma bactéria que provoca o apodrecimento da planta e compromete toda a produção da área contaminada. Considerada uma das doenças mais severas da cultura da banana, a praga exige medidas rigorosas de controle para evitar sua disseminação.

Segundo o Idaf, quando há confirmação da doença, a área afetada fica impedida de receber novos plantios de banana por um período de até dois anos. O protocolo inclui ainda a destruição das plantas contaminadas, monitoramento constante da região e orientações aos produtores sobre higienização de ferramentas, controle no transporte de mudas e adoção de medidas preventivas.

As equipes técnicas do instituto seguem realizando ações de fiscalização e acompanhamento na região atingida para tentar impedir novos focos da doença no estado.

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