Edilson Araújo retrata bem o perfil de produtor que o Acre precisa. Ex-funcionário do Banco do Brasil, do tempo que isso credenciava o sujeito até na hora de anunciar o noivado, Edilson trouxe da rotina bancária o trato matemático dos projetos em que se envolve. Para tudo, ele consulta dados, tabelas, referências de encontros e palestras que participa. Procura estar informado com o que há de mais novo na pecuária e aplica isso na rotina das fazendas. Essa sede de conhecimento ele sente falta no pecuarista acreano. O mesmo que ele defende onde pode. “O produtor não pode ser tratado como bandido”. No agro24cast deste domingo, o assunto é pecuária pelo olhar refinado de quem peleja para superar os gargalos típicos de quem produz gado na região.