Acre entra em projeto para usar agricultura familiar na restauração

Projeto federal prevê uso da agricultura familiar para recuperar áreas degradadas no Acre, com investimentos de até R$ 200 milhões.

ac24horas
Projeto integra agricultura familiar à restauração de áreas degradadas no Acre com apoio do governo federal.

Em uma iniciativa que visa transformar o chamado Arco do Desmatamento no Arco da Restauração, o Acre foi um dos estados selecionado para integrar o projeto de incentivo ao uso da agricultura familiar na recuperação de áreas degradadas.

Nesta terça-feira, 1°, o ministro do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA), Paulo Teixeira, assinou um Acordo de Cooperação Técnica com o presidente da Caixa Econômica Federal, Carlos Vieira para viabilizar o projeto.

A parceria tem como objetivo promover a agricultura familiar como mecanismo de recuperação de áreas degradadas e ampliar a produção de alimentos saudáveis e de produtos da sociobiodiversidade no âmbito do Programa Nacional de Florestas Produtivas.

A partir da assinatura, os agentes envolvidos passam a elaborar conjuntamente uma chamada pública via Fundo Socioambiental CAIXA focada em ações de Assistência Técnica e Extensão Rural.

O recurso disponibilizado pelo Fundo CAIXA para o Edital será de R$ 50 milhões, que, somados ao edital de lançamento do MDA com o MMA e BNDES, já totalizam R$200 milhões em parcerias para o Programa Nacional de Florestas Produtivas.

O projeto tem por objetivo fomentar a agricultura familiar como ferramenta de restauração ambiental e ampliação da produção de alimentos saudáveis, além de estimular a produção de bens da sociobiodiversidade. Para isso, serão desenvolvidas ações de Assistência Técnica e Extensão Rural (ATER) no âmbito do Programa Nacional de Florestas Produtivas.

A iniciativa ganhará força a partir de uma chamada pública, prevista para maio, que contará com um aporte de R$ 50 milhões oriundos do Fundo Socioambiental CAIXA (FSA CAIXA).

Esse investimento integra um pacote de recursos que, somados a outras verbas provenientes do Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, do Ministério do Meio Ambiente (MMA) e do BNDES, totalizam R$ 200 milhões destinados ao programa.

Compartilhar esta notícia
Deixe um comentário

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *