Ele veio disposto a retirar a tensão do debate entre produtores de carne e os representantes das indústrias frigoríficas.Diplomático e talhado para a conciliação, o presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Acre, Assuero Veronez, reconheceu que o temor da indústria tem razão de ser, em relação à saída recorde de 378 mil bovinos ano passado. Uma estratégia para apresentar os argumentos da classe dos pecuaristas. Veronez não entende o Governo como omisso e mira a prioridade para a saída ilegal de animais. Sobre a possibilidade de o Acre ter um núcleo do MST, sugere a perigosa e temerária postura do arme-se quem puder.
Faeac distensiona debate com indústria frigorífica
1 comentário
A saída de gado do Acre para outros Estados, sobretudo saída de bezerros, dá ao produtor, especialmente o pequeno, oportunidade de vender seu gado por um preço melhor. Esse fato tem aquecido o mercado entre os produtores que vem ganhando alternativas de renda. imagine-se que uma desmama macho, hoje, está custando praticamente o mesmo valor de uma novilha de 12 arrobas, que leva cerca de dois a dois anos e meio para o ponto de abate. De modo que é muito mais vantajose vender as desmamas do que recriá-las para abate. Importa destacar também, que o aumento da saida do gado gera emprego e renda para o homem do campo.