Comunidades rurais denunciam acolhida em postos de saúde

Sem estrutura para acolher cidadãos durante as chuvas, muita gente chega cedo e fica esperando embaixo de árvores e praças esperando o posto abrir

Itaan Arruda
Na manhã desta quinta-feira (15), chove enquanto usuários do posto de saúde esperam abertura da unidade do lado de fora. (Foto: Reprodução)

Moradores das comunidades do Km 58 da Transacreana e também do Km 14, na Vila Manoel Marques, reclamam das condições de atendimento dos postos de saúde. Muitos usuários vêm de ramais. Chegam cedo à unidade de saúde. 

O líder comunitário Dariveldo, do Km 58 perdeu a paciência depois de repetidas situações de espera debaixo de chuva. “Seis e pouco da manhã. Posto fechado e o povo aqui esperando. Solicitação foi enviada ao secretário para que se colocasse uma tenda ou um vigilante para que as pessoas não possam ficar expostas ao sol e à chuva, mas, infelizmente, não fomos atendidos”, reclama o líder comunitário,

“A chuva chegou e salve-se quem puder”, diz outra moradora em vídeo que mostra algumas pessoas esperando no portão do posto, protegidos com sombrinhas.

O secretário de Saúde de Rio Branco, Renan Biths, desconhecia a situação. “As informações que tenho são que os serviços estão funcionando normalmente. Temos atendimentos diários nas unidades. Essa questão do horário é, realmente, um desafio, pois a equipe que atende lá mora na cidade. Então, eles chegam na unidade em torno das 7 horas ou 7 e meia”, afirmou.

Sobre a questão do horário de abertura do portão para que as pessoas não fiquem esperando fora da unidade, o secretário afirmou que vai estudar uma forma de resolver o problema. “Vou estudar uma alternativa para esse problema da abertura do portão”, prometeu o secretário.

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