“Olha a banana! Olha o bananeiro!” A música de Jorge Ben poderia ser cantada em todos os bairros de Rio Branco e teria lógica. A banana está espalhada pela cidade. Em rotatórias ou pequenos centros comerciais distribuídos pelos bairros, lá estão elas, sendo oferecidas ao consumidor. São centenas de cachos. Uns mais verdes; outros mais maduros. A banana comprida (chamada em algumas regiões do país de “banana da terra”) está no auge da safra e pode ser comprada por R$ 5; R$ 6 o cacho. Nada substitui o prazer de frequentar esses espaços e mangar do time do feirante, conversar sobre como foi a compra na Ceasa e os gargalos do comércio de produtos rurais. É a agricultura de base familiar espalhada por todo canto.
