Expansão da Acreaves e Dom Porquito pode ser anunciada por Lula

Presidente da Apex teve agenda com o presidente do Banco da Amazônia e com o empresário Paulo Santoyo, da Acreaves e Dom Porquito

Itaan Arruda
Presidente da Apex, Jorge Viana, discute com presidente do Banco da Amazônia, Luiz Lessa, e o empresário Paulo Santoyo a expansão da Acreaves e Dom Porquito. (Foto: Assessoria)

O presidente da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos, Jorge Viana, confirmou a expansão dos investimentos na Acreaves e na Dom Porquito. A informação foi antecipada no ac24agro semana passada pelo empresário Paulo Santoyo e reforçada durante reunião de trabalho mantida na sede da Apex com o presidente do Banco da Amazônia, Luiz Lessa.

“Nós estamos construindo um projeto que tem a ver com a ida do presidente Lula ao Acre, que é um projeto de expansão da Acreaves e da Dom Porquito”, afirmou Viana . “Na próxima semana devemos ter uma grande notícia para o nosso estado, para que o Acre continue sendo um estado exportador, com a vocação que sempre teve”.

O presidente da Apex não deu outros detalhes a respeito do que poderia ser essa “expansão” das duas empresas acreanas de capital misto. Tanto a Acreaves quanto a Dom Porquito têm recursos públicos investidos. As empresas foram criadas por iniciativa do Governo do Acre, por meio da Agência de Negócios do Acre (Anac) associado ao capital privado.

O ac24agro apurou que essa expansão das empresas no Alto Acre é um projeto que amplia a base de produção tanto de criação de suínos quanto de frango na região do Alto Acre. Atualmente, colaboram para a produção 60 galpões. Estão em fase de construção mais 20 unidades. O novo projeto, desenhado por executivos do banco em parceria com a Dom Porquito, mais 150 unidades produtivas.

O investimento divulgado entre R$ 80 e R$ 100 milhões. E todos os galpões serão direcionados aos produtores de base familiar. A arquitetura do projeto é de que os 150 galpões sejam divididos em galpões de terminação (pré-abate) e unidades de produção de leitão. O cronograma prevê que as novas unidades já estejam em operação em dois anos.

Essas ações de expansão na base de produção e aplicação de mais recursos públicos se fundamenta na geração de renda na zona rural e só foram possíveis em função do investimento em infraestrutura que houve, ainda na administração de Jorge Viana com a construção da Estrada do Pacífico. Sem esse capital já instalado, a expansão na base de produção não seria possível de acontecer agora.

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